Boa tarde. Em Santiago, faz bastante calor e venta forte na Terra dos Poetas. Estou no segundo dia de academia, meus músculos estão sentido os efeitos, de uma "Personal" dedicada, carismática e super simpática a Luciane (Lu), que conduz meus exercícios.
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Minha dieta, essa não vai muito bem, quebrei-a ontem à noite novamente, quando fui convidado pelo grande compositor gaúcho, Ataliba de Lima Lopes, para seu aniversário, onde podemos apreciar muita conversa boa, música boa (através de Ataliba, Norberto Boeira e Justino de Lima Lopes, irmão do aniversariante e grande poeta, compositor e pajador do RS) e de um "Agnus Santiaguensis" (esse é vizinho) maravilhoso, muito bem preparado, acompanhado de muita cerveja gelada. Ataliba é um homem decente, de uma família digna e unida, conhece a cultura gauchesca, demonstrando em um museu campeiro que tem no seu galpão de festas. Foi uma festa macanuda.
Rasgo um bom dia pra indiada
E peço mais uma quarteada;
Me ajudem no chimarrão!
Pra reviver a tradição
De um povo que não se esvai
Meu coração se contrai
E meu peito se agiganta
E me congestiona a garganta
De tanto verso que sai
Trancado nos "mocotó"
Quietito junto ao fogão
Meu vulto é mesmo um brasão
forjado de cinza e pó
Embora pareça só
Que nem ficado de enchente
Sou mesmo um sobrevivente
Agarrado nas raízes
Mapeado de cicatrizes
De passado e de presente.
(Ataliba de Lima Lopes)



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