CONTATOS

Graças a Deus a minha felicidade não depende da tristeza alheia. Não preciso destruir a vida de ninguém para construir a minha.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

A morte do santiaguense Assis Hoffmann

Assis Hoffmann. Foto: Mauro Schaefer
Um dos precursores do fotojornalismo no Rio Grande do Sul, Assis Valdir Hoffmann, Morreu na manhã de terça-feira, dia 03, de insuficiência cardíaca, aos 74 anos, em Porto Alegre. Convalescia de problemas renais, cardíacos e de memória e segundo amigos, Hoffmann faleceu enquanto dormia, por volta das 9h.

Nascido em Santiago em 30 de setembro de 1941 o fotógrafo iniciou a sua carreira no jornal Última Hora, na sucursal de Caxias do Sul. Em 1964, tornou-se editor de fotografia do jornal, que passou a se chamar Zero Hora. Durante a trajetória profissional, ainda trabalhou junto ao Sindicato dos Jornalistas e à empresa Caldas Júnior, nos jornais Folha da Manhã, Folha da Tarde e Correio do Povo.

Aos 20 anos, foi um dos principais fotógrafos a registrar o movimento pela Legalidade da posse de João Goulart em 1961. Conforme o filho, Leonardo Zigon Hoffmann, o pai foi um órfão que se tornou jornalista guerreiro e destemido. “Foi um autodidata que se tornou mestre.”

Ele deixou dois filhos – os irmãos – gêmeos Leonardo e Andréa – e quatro netos.

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